Era ainda menino quando cheguei em casa, da escola e exclamei: ” Passei de ano!”. Minha mãe eufórica, disse: ” Vamos comemorar!” Farei um bolo bem gostoso para comermos juntos com seu pai e seus irmãos mais tarde diremos o motivo!” E, assim quando cada membro da família conseguia um triunfo por menor que fosse, nós comemorávamos de algum jeito, mesmo que fosse um brinde simbólico com um copo de suco. Cresci com este conceito e aquilo que havia nascidono núcleo familiar, quando cheguei à fase adulta passei a praticar com amigos e colegas de trabalho. Isto que é natural para mim, ás vezes passa como meio estranho para algumas pessoas.
Certa vez, um amigo estava preocupado se conseguiria ingressar em um curso de pós-graduação que deseja muito fazer. As vagas eram limitadas e houve uma triagem para chegar aos selecionados. Ele participou e passou!!! Veio me contar assim que soube do resultado e então comentei: ” Precisamos sair e comemorar esta vitória”!. Ele me disse intrigado que não sabia o porquê de tanta euforia da minha parte. Eu estava vibrando mais do que ele!
O que devemos aprender com isto?
Como podemos querer mais da vida se nem ao menos celebramos nossa conquistas diárias?
O universo é ilimitado e pode atender a necessidade de todos porque não haverá escassez.
Porém, nosso desejos são atendidos quando estamos sinceramente agradecidos pelo que já temos. Comemorar é o grau máximo da gratidão! Reconhecer um bem que foi concedido é ter passe livre para pedir mais.
A energia maravilhosa que emana deste ato nutre nossas células e fortalece nossa saúde física, mental e espiritual. Comemore sempre e nada te faltará!
Tony Queiroz
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