Para muitas pessoas, ser promovido é o indicador mais importante de sucesso. É o único meio que conhecemos para “vencer” no mercado de trabalho.
Mas as coisas nem sempre foram assim. Houve um tempo, durante a depressão americana, por exemplo, que sucesso significava sobrevivência. Hoje procuramos no trabalho tudo o que precisamos, como identidade e orgulho. Nosso sentimento do orgulho depende grandemente das promoções recebidas, dos títulos que auferimos, dos aumentos salariais e de mais mordomias. As promoções no trabalho trazem com elas a mesma importância que as notas tinham na escola: são símbolos inequívocos dos nossos resultados. Elas dizem ao mundo que nos estamos saindo bem.
Quando as pessoas param de ser promovidas, fato que está ocorrendo cada vez com mais frequência, elas ficam bravas e deprimidas. Sentem-se traídas pelas empresas ou organizações em que trabalham. Os padrões quebraram a “promessa” sagrada de que o trabalho dedicado seria recompensado. As pessoas sentem que sua empresas não as apreciam nem as valorizam porque não mais as recompensam da maneira tradicional.
Aprender a viver sem promoções constantes pode forcá-lo a aprender a viver como um ser humano voltado ao seu interior. É uma oportunidade de aprender a valorizar a si mesmo sem o reconhecimento do mundo mundo exterior. Quando você depende de promoções para obter senso de direção e propósito, permite que outras pessoas determinem quais as metas que você precisa atingir, suas metas ficam implícitas na promoção. Se sua empresa cria metas para você, você não precisa assumir responsabilidade total por si mesmo.

Quando as promoções acabam, você tem de criar novas maneiras de ganhar auto-estima. Você precisa desenvolver novos critérios para o seu sucesso. Precisa redefinir o que quer de seu trabalho e criar sua próprias metas.
Gratidão!
Sigamos avante!
Sulamita Martins
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