Para superar os limites mentais, precisamos trabalhar as memórias associadas. desenvolvemos o hábito de fazer a mesma coisa, no mesmo lugar. Temos memórias associadas; de fato, todos os vícios são memórias associadas. Por exemplo, o fumante associa muitos momentos do dia ao cigarro (depois de almoçar, ao ver outra pessoa fumando, ao sair do trabalho, ao sair do cinema, no bar com os amigos). Outro exemplo é quando escutamos uma canção muitas vezes. Se depois de vários anos novamente a ouvimos, não apenas virão à tona a letra e a melodia da canção, mas também as memórias a ela associadas.
O ser humano é um ser de hábitos e, se os rompe e não os substitui por outros, essa situação provoca-lhe ansiedade e estresse.
Em nossos relacionamentos, as memórias associadas criam barreiras, já que as lembranças associadas a certas pessoas e situações fazem com que quase sempre as enxerguemos de uma maneira determinada, sem lhes dar a oportunidade de mudar e melhorar. Essa visão limitada e não renovada que ás vezes temos dos outros nos leva à incompreensão e aos bloqueios no processo da comunicação.
Faça de suas memórias um álibi para poder alcançar os seus desejos, e ter comportamentos novos, ou re-signifique as más lembranças; dando sentido diferente e vendo o quanto de intenção positiva ela lhe trouxe.

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