Às vezes, o patamar é resultado da complacência. Não queremos fazer o que é preciso para sair dele. É importante, porém não confundir preguiça com complacência.
Se dizemos a nós mesmos que estamos presos ao mesmo trabalho monótono há anos, ou há alguma situação em que não toma-se atitude, isso não é simplesmente porque somos preguiçosos, estamo-nos prestando um desserviço.
Quanto mais dizemos a nós mesmos que temos defeitos e somos inadequados, mais afundamos na depressão da nossa situação infeliz. Muitos de nós não somos de jeito nenhum preguiçosos. Gastamos uma quantidade enorme de tempo e energia indo trabalhar; ou cuidando de um lar e família.
Quando você está em uma situação infeliz, despende muita energia e recebe muito pouco como retorno.
Algumas pessoas de certa maneira sentem-se confortáveis na própria miséria. Reclamam do tédio da situação em que se encontram, mas se recusam a fazer qualquer coisa para melhorá-la. É como se estivessem hipnotizadas pela natureza mundana e rotineira da vida. Para elas é difícil mudar até mesmo os hábitos pessoais mais simples, como seguir uma rotina rígida todas as manhãs quando acordam. Então, por que haveriam de querer realizar a árdua tarefa de sair da zona de conforto onde estão?
Para certas pessoas é preciso um evento relativamente dramático para tirá-las do estado de letargia. Às vezes, a única coisa que as motiva é uma dor dilacerante. Todos nós já ouvimos histórias de pessoas que quase morreram para depois verem suas vidas mudadas para melhor. Devido ao elevado valor que dão à sua mortalidade, elas operam em um nível diferente de consciência. Preenchem seus dias com significados em vez de buscarem os movimentos da vida.
Essa é uma maneira difícil de livrar-se da complacência. Talvez você possa criar uma experiência semelhante contemplando e visualizando o que seria morrer sem realizar seus sonhos.
Pense nisso!!
Ouse mais, arrisque mais, e conquiste mais! Saia debaixo do guarda-chuva…
No responses yet