
Nos dias atuais a nossa humanidade precisa de ajuda. É ajuda na saúde mental, saúde emocional, financeira pessoal e profissional. São vários os desafios humanitários e familiares.
Com tudo isso, diante da jornada que trilhamos, aprendemos a nos auto curar, e não dar “bola” para aquele incomodo sentimental, exatamente porque fomos criados a sermos fortes e sem mimimi.
Não tem dinheiro, vai trabalhar, tá “desempregado” vai procurar um trabalho.
Somente um detalhe não gosto de usar a palavra “desempregado”, gosto de atividade não remunerada.
Aprendemos a ser cada um por sí.
Cada um que se vire. Como dizem: Se vira nos trinta…Aí me vem a reflexão, não seria mais fácil todos estarem unidos no propósito de ajudar o outro?
O outro pode ser meu irmão, meu amigo, meu vizinho, meu chefe, meu familiar enfim pode ser o desconhecido na rua…será que ele tomou café?!
Está é uma pergunta que eu deveria me preocupar, já que SOMOS UM.
Um filho(a) de DEUS. E DEUS, fica tão feliz quando tenho o exercício do amor ao próximo.
DEUS sorrir! E fala: é esse filho o caminho!
Será que não há nada que possa fazer para ajudar?!
Fica mais fácil pedir ajuda e oferecer ajuda, no momento em que tenho compaixão por mim e por você. Este movimento facilita a nossa ascensão diante da jornada chamada vida.
Não fique preso no que foi condicionado lá atrás, de não pedir ajuda, simplesmente porque não quer incomodar, porque não quer ser exposto no seu meio de convívio. Todos, exatamente TODOS necessita de ajuda em alguma área da vida e em algum momento.
Ninguém, sem a necessidade necessária, pediria ajuda só por pedir.
Quando alguém, pede a mão, é porque precisa ser guiado e levantado daquele baque que a vida o apresentou.
Mais está tudo certo, do jeito que está, porque estamos em aprendizado constante.
E nessa de pedir ajuda descobrimos alguns sentimentos como a vergonha, orgulho, timidez, desvalorização…todos eles são sentimentos que temos que transformar para comunicacao ativa e positiva e superação da dor.
Temos níveis de dores, que é mudador, fazedor, criador e ultrapassador.
Este níveis nos leva a agir de forma diferente.
E aí aprendemos que fazemos parte do mesmo elo da criação divina, que ninguém cresce e desenvolve sozinho(a).
Pedir ajuda é reconhecer que não está encontrando a saída sozinha, que precisa olhar com mais carinho para o medo, vergonha orgulho e etc.
Assim conquistará autoconhecimento e maneiras de seguir na vida ultra passando as dores.
Ah! E quando se tem ajuda, não esqueça do aprendizado que teve e de quem estendeu a mão no momento em que caiu.

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