Tente imaginar como seria sua vida sem a capacidade de raciocinar. Para um ser humano seria o mesmo que não existir. Ideias passam pela cabeça todos os momentos em que estamos acordados.
Perspicazes, banais, engraçados ou bizarros, não há como negar os pensamentos: eles simplesmente surgem.
Não seria exagero dizer que são para nós o que o voo é para águia e a natação para os golfinhos. Mas uma coisa é pensar e a outra é compreender esse ato.
O termo pensamento pode referir a três características bem distintas da vida mental. Em certo sentido, se relaciona a um tipo de evento psíquico.
Raciocinar é trazer algo à consciência. Tem a ver também com uma espécie de capacidade intelectual. Assim como há faculdades mentais associadas à percepção e à linguagem, existem estruturas relacionadas com a habilidade de pensar. Refere-se ao exercício mental.
Da mesma maneira que nos envolvemos em atividades comuns, como procurar um objeto ou ouvir uma música, podemos nos dedicar a refletir sobre algo.
Que tal investigar o que anda pensando…
A questão se torna ainda mais complexa quando consideramos o fato de que as idéias, não raro são plenamente conscientes. Imagine quantas vezes algo simplesmente lhe veio à mente enquanto tentava resolver um problema. Ou dormiu pensando sobre algum assunto e acordou com a resposta pela manhã.
Não é possível, portanto, confiar apenas no caráter objetivo do pensamento para distingui-lo de outros eventos mentais.
Quero dizer que os pensamentos são agrupados, e conectados com outras percepções ou vivências passadas ou presentes no futuro, sem tempo exato do local.
Grande parte do valor dos pensamentos vem da nossa capacidade de organizá-los, mas há certa satisfação em nos deixarmos levar por eles.
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