Eu, esses dias atrás, li um texto de uma colega de profissão que chama-se Raphaela de Campos Mello, que dizia exatamente o que sinto em relação a esse tema. E por, pensar da mesma forma vou compartilhar o que foi escrito.
Talvez estejamos cansados de tanta competitividade e aprendendo a precisar de menos dinheiro. Talvez por isso, estejamos permitindo que os sentimentos venham à tona e que a ideia de trabalho que faz sofrer fique cada vez menos sustentável, sendo substituída por uma concepção, muito melhor, de trabalho como meio de expressão.
” Fazendo um link a minha vida profissional, em que me sentia exatamente assim, sem significado e sentido, quando tomei a decisão de recalcular a minha rota profissional e realizar uma mudança, sem segurança mais com o alívio de ser EU”.
Para manter tal chama acesa, ensina a mentora, é preciso fazer com que o propósito de vida esteja claro na cabeça, no coração, e na narrativa. Se você diz para si mesmo: ” Esquece, você não vai conseguir, isso não é pra você”, há uma discrepância que nos desvia da rota e nos enfraquece. A saída é se conectar ao paradigma da abundância, governado por aquela vozinha confiante que encoraja: ” Sim, você pode mais”. Esse modelo ensina que quanto mais compartilharmos com o mundo mais nós teremos. Gera ousadia e prosperidade.
Outro importante exercício é fincar os pés no tripé criatividade conexão e contribuição. Quando realizamos algo, nos sentido úteis e enxergamos um significado para nossa vida. E é por meio da conexão entre pessoas que nossas investidas podem se consolidar. Por fim, temos que passar adiante vivências e conhecimentos adquiridos.
Dessa combinação vem o senso de gratificação”, explica a Coach
Todo mundo tem um potencial criativo. Mas nem todo mundo arrisca, porque fica esperando a hora ideal. Bem tenho que dizer que nunca haverá momento ideal. Por isso, acima de tudo, é preciso não parar de perseguir os sonho.
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