Você é bom naquilo que faz? Submete-se a testes periódicos ou alguma outra forma de avaliação do seu desempenho? Deve existir uma maneira objetiva de saber se você realiza bem sua função e, portanto, se deve se considerar uma pessoa de sucesso.

Constatou-se que as pessoas que não consideram boas no que fazem, que não acham capazes de ter sucesso ou de conquistar cargos de liderança continuam com essa visão negativa mesmo que se tornem bem-sucedidas. Sua insegurança e sua próprias dúvidas fazem com que se sintam fracassadas.

Não espere pela próxima avaliação para melhorar o julgamento sobre você, porque sentimentos não se baseiam em fatos, e só as pessoas que se sentem competentes podem de fato ter o desempenho que as levará ao sucesso.

Cadu, um dançarino da Unitah, sempre sonhou em dançar na Broadway. Seu caminho para o sucesso começou com  produções amadoras, em que ele competia por uma vaga dançando na frente de todos os outros candidatos. De início, Cadu se sentiu inibido: ” Tive muito medo. Senti como se fosse uma criança sendo sabatinada na frente dos colegas.”

Mas ele persistiu, algumas vezes com sucesso, outas não. À medida que foi tentado diferentes papéis em várias produções, adquiriu muita experiência. ” O fato de ter representado muitas vezes em frente de tantas pessoas foi aumentando a confiança na minha capacidade.” Cadu se alegrava a cada conquista, por menor que fosse.

Quando se candidatou pela primeira vez para um roteiro profissional, Cadu sabia do que era capaz, e com isso conquistou uma ponta num musical de sucesso. Dançou como se fosse o astro principal, dando tudo de si, e este foi o primeiro passo numa carreira bem-sucedida.

Cadu tem uma explicação para o seu sucesso imediato, conseguindo o papel: ” Eu sentia confiança, pois tinha me empenhado e sabia do que era capaz. Se quiser alguma coisa, você terá que realmente acreditar que pode conseguir. Você tem de fazer acontecer. Não é de graça, é preciso esforço, persistência e auto-confiança.

Para maioria das pessoas, o primeiro passo para melhorar o desempenho no trabalho não tem nada a ver com o trabalho em si, mas sim como elas se sentem em relação a si mesmas. Na verdade, para oito entre dez pessoas, a auto-imagem conta mais para medir seu desempenho profissional do que o próprio desempenho profissional.

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