A amizade profunda, que perdura ao longo dos anos, é aquela que abre espaço para sermos quem, de fato, somos, com todos os nossos erros e acertos.
Ou seja, nessa relação há que se aprender sobre tolerância e o amor, compaixão e acolhimento, decepção e imperfeição do outro e a nossa.
Amizade vêm em todos os tipos e formas. Se você olhar mais atentamente para seus amigos, poderá começar a ver a amplitude das conexões que fez ao longo dos anos.
Há aqueles que são meros conhecidos, amigos que faz através de algum interesse ou atividade em comum, como academia por exemplo, com os quais fora daquele ambiente, não há algo mais profundo.
Todo mundo tem alguns “contatos úteis” que podem ser acionados quando precisamos de conselhos ou melhorar nossas perspectivas num aspecto geral.
Há aqueles que regam as nossas plantas quando viajamos, mas com quem nunca compartilharíamos um dilema ou crise pessoal.
Provavelmente temos poucos amigos em que realmente confiamos, porque são eles que normalmente escutam e se importam conosco, e há aqueles que são tangivelmente mais próximos do que os irmãos.
Por fim, existem os que têm uma tendência particular a só nos trazer estresse e sofrimento.
Todos esses tipos de amizade convivem com três outros grandes laços: familiares, românticos e de negócios, que são como grandes forças de vida.
Trazem momentos intensos de alegria, contudo, por mais que sejam fantásticos, podem especialmente quando perturbados nos fazer mergulhar em profundidades terríveis de sofrimento, ás vezes em um curtíssimo espaço de tempo.
Quando nossa busca pela amizade não depende de interesse familiares, desejos românticos, nem de avanço na carreira, o fruto disso será a liberdade da autenticidade que ambas as partes sentirão na presença uma da outra.
Vamos encontrar amigos que nos entenda na mais profunda essência de sermos quem somos. Viva a amizade!!!
No responses yet