
Qual é a diferença entre as pessoas que não se incomodam de levar trabalho para casa nos fins de semana e as pessoas zombam dessa ideia?
Qual a diferença entre as pessoas que trabalham durante todo o dia e as pessoas que fazem o mínimo possível, esperando o tempo passar?
Qual é a diferença entre as pessoas que estudam à noite e aquelas que nem conseguem imaginar voltar a estudar?
Qual a diferença entre a pessoa mais determinada e a mais preguiçosa?
Interesse próprio e objetivo bem definido.
Fazemos o que fazemos por interesse próprio, porque achamos que aquilo é a melhor coisa para nós. Aqueles que trabalham com afinco fazem isso porque acreditam que serão recompensados de alguma maneira. Aqueles que não se esforçam fazem isso porque não acreditam que o trabalho vá lhes trazer um retorno a longo prazo que compense abrir mão do prazer imediato de curtir a preguiça.
Se você levar em conta o valor das coisas que deseja, o esforço necessário para consegui-las não parecerá tão grande.
Atendi recentemente Rita que foi admitida numa empresa junto com su amiga Joana. Ao comparecerem ao departamento pessoal para tratar de salário e benefícios, a funcionária que as atendeu desestimulou as duas a inscreverem-se na fundação previdenciária da empresa: ” É um desconto enorme no salário”, foi a explicação enfática, mas simplista”.
Joana imediatamente concordou, mas Rita pediu um tempo para pensar e, depois de consultar outras pessoas, resolveu aderir ao plano.
Esta atitude inicial desdobrou-se na postura das duas amigas dentro da empresa. Joana limitava-se a cumprir as tarefas que lhe eram exigidas e, meia hora antes do fim do expediente, começa a aprontar-se para sair. Rita, depois de algum tempo, pediu à empresa que a inscrevesse num curso onde pudesse adquirir conhecimentos que contribuíssem para o seu desempenho. O curso era à noite e exigia esforço, mas Rita desejava crescer pessoalmente e dentro da companhia, e por isso enfrentou com ânimo o desafio.
A história segue por trinta anos e vai encontrar as amigas no momento de aposentadoria, em condições bem diferentes. Movida por seu próprio interesse Rita fizera uma carreira brilhante, que conseguira com a vida familiar afetiva. Aposentou-se com salário integral, graças a uma decisão não precipitada. Nada foi de graça, tudo exigiu empenho, sabedoria e determinação. Joana ficou na média e talvez não aspirasse a mais do que isso. O valor da aposentadoria é que sofreu uma redução considerável.
Depois desta história ilustrativa, eu lhe pergunto: O que espera do futuro? Quem tem o poder , da sua vida? O governo, ou você?
Pesquisadores descobriram que o interesse próprio é o fator mais significativo na dedicação ao trabalho e na satisfação profissional. Sua influência nas conquistas profissionais é por volta de 75%.
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